Nos conte sobre vocês. Quem é você e seu cachorro?

Meu nome é Claudette Mo. Sou brasileira, mas morei muitos anos na Costa Rica e moro nos Estados Unidos desde 2000. Tenho 3 poodles, Simba, 11, Meeko, 7 e Nacho,2.

Como e quando o agility chegou à sua vida? Há quanto tempo você pratica agility? E com o cachorro que vem para o AAO?

Uma amiga que tinha Irish Water Spaniels me contou sobre agility e fui vê-la competir. Achei divertido tanto para o condutor como o cão, então decidi provar. Comecei com o Simba em 2009, mas no primeiro ano não competimos porque a escola onde treinávamos não tinha todo o equipamento. Meeko veio em seguida, e agora faço agility com os meus 3 cães.
Estou levando o Nacho para o AAO. Ele é da criação do Sweetness Dreams da Argentina. Começamos a competir faz 8 meses porque ele ainda é muito jovem, mas ele tem progredido rapidamente nos níveis.

Como é o agility no seu país?

O agility nos Estados Unidos é bem diferente do resto do mundo. Eu não sabia disso até quando fui morar um ano no Brasil, a trabalho, em 2014. Levei o Simba e o Meeko comigo, e fazia aulas e competia com a Ducão Agility. Descobri que o agility era mais um esporte do que um hobby. Nos Estados Unidos há milhares de duplas fazendo agility e há provas quase todos os fins de semana. Você vê cães de qualquer raça, de Basset Hound a Irish Wolfhounds e todas raças entre essas, participando em provas. O objetivo é zerar a pista (EZ), e acumular EZ até o cão alcançar o título de Campeão de Agility Master (MACH em inglês). O cão não tem que ser rápido para chegar ao MACH, apenas ser consistente, porque o tempo standard é bem baixo, e os cães menores têm um tempo standard mais folgado do que os de grande porte. Também há mais categorias do que o FCI, seis alturas, desde 10 a 60 cm. Isso permite que qualquer raça possa competir. Nas provas locais não existe pódium. Somente no campeonato nacional há pódium e as duplas competem umas contra as outras.
As pistas são mais simples, não requerem muitas técnicas de condução e o condutor não tem que correr muito. Acho que isso se deve à média de idade dos condutores nos Estados Unidos ser maior do que no resto da América.

Que importância tem para você as competições internacionais realizadas nas Americas? Qual foi sua melhor lembrança dessas competições?

Todos sabemos que a Europa é a meca do agility. Mas nem todos podem ir para a Europa competir, portanto ter uma competição importante na América, com alguns dos melhores juízes europeus, permite que as duplas cresçam e ganhem experiência. Há excelentes duplas na América, infelizmente não sempre damos o devido reconhecimento que elas merecem. O AAO é uma oportunidade para podermos competir contra as melhores duplas deste hemisfério, tendo em conta que essas também são algumas das melhores duplas do mundo!
Minhas melhores lembranças são do Américas e Caribe de 2015 no Brasil – ver o Tobias Wust e o Daniel Schroeder competindo com seus cães. Foi frustrante para alguns, mas acho que quando se compete contra os melhores a gente aprende e é forçado a melhorar mais.
Minha melhor lembrança pessoal foi o Américas e Caribe de 2016 na Colombia, quando o nosso time Midi ganhou ouro em ambos Open e FCI, e o Simba e eu ganhamos bronze no FCI individual.

Qual é a sua expectativa para o torneio?

Com os juízes que teremos neste AAO, minha expectativa é de 4 dias de pistas rápidas, fluidas e interessantes. Conheço muitas duplas que estarão competindo e será incrível vê-las e aprender delas. Espero muita confraternização entre todas as equipes, muita torcida e um lindo espetáculo, sem importar quem está em pista. Pessoalmente, espero crescer como dupla com o Nacho. Ele é um cão jovem muito bom, mas a nossa parceria ainda está em desenvolvimento.

Mensagem para os competidores

Espero que todos estejam animados para rever velhos amigos, fazer novas amizades, correr muito, ser gratos aos nossos queridos cães independentemente dos resultados, e se divertir muito no Brasil!

 

Nos conte sobre ustedes. Quien es tu y tu perro?

​Mi nombre es Claudette Mo. Soy brasileña, pero viví muchos años en Costa Rica y vivo en los Estados Unidos desde 2000. Tengo 3 poodles, Simba, 11, Meeko, 7 y Nacho, 2.

Como y cuando el agility llego a tu vida? Hace cuanto tiempo que praticas agility? Y con el perro que viene para el AAO?

​Una amiga quién tenía Irish Water Spaniels me introdujo al agility y la ví competir. Lo ví divertido tanto para el guía como el perro, entonces me decidí a probarlo. Empecé con Simba en 2009, pero no competimos el primer año porque la escuela dónde entrenamos no tenía todo el equipo. Siguió Meeko y ahora hago agility con mis 3 perros.
Estoy llevando a Nacho para el AAO. Él viene de Sweetness Dreams, Argentina. Hace sólo 8 meses empezamos a competir, porque él aún es muy joven, pero ha progresado rápidamente en los niveles.

Como es el agility en tu país?

El agility en los Estados Unidos es muy diferente al resto del mundo. No lo sabía hasta cuando pasé un año en Brasil, a trabajo, en 2014. Llevé a Simba y Meeko conmigo, y hacía clases y competía con Ducão Agility. Me dí cuenta que agility era un deporte más que un hobby. En Estados Unidos hay miles de binomios y hay competencias casi todos los fines de semana. Hay perros de todas las razas, desde Basset Hounds hasta Irish Wolfhounds y todo lo demás entre éstas, competiendo. El objetivo es el EX, acumular los EX hasta llegar al título de Campeón de Agility Master (MACH en inglés). El perro no tiene que ser rápido para llegar al MACH, sólo consistente, porque el tiempo standard es bajo, y los perros más pequeños tienen más tiempo que los más grandes. También hay más categorías que el FCI, seis alturas, desde 10 hasta 60 cm. Eso permite que cualquier raza pueda competir. En pruebas locales no hay pódium. Solamente en el campeonato nacional hay pódium y los binomios compiten entre sí.
Las pistas son más sencillas, no requieren de muchas técnicas de conducción y el guía no necesita correr mucho. Creo que eso se debe al hecho de que el promedio de edad de los guías en los Estados Unidos es más alto que en el resto de América.

¿Qué importancia tiene para vos las competencias internacionales realizadas en las Américas?
Cual fue su mejor recuerdo de essas competencias?

Todos sabemos que Europa es la meca del agility. Pero no todos pueden ir a Europa a competir, por lo tanto tener una competencia importante en América, con algunos de los mejores jueces europeos, permiten a los binomios crecer y ganar experiencia. Hay excelentes binomios en América, lastimablemente no siempre reciben el reconocimiento que se lo merecen. El AAO es una oportunidad para competir contra algunos de los mejores binomios de este hemisferio, teniendo en cuenta que también son de los mejores del mundo!
Mis mejores recuerdos son del AyC de 2015 en Brasil – ver a Tobias Wust y Daniel Schroeder compitiendo con sus perros. Sé que fue frustrante para algunos, pero creo que cuando se compite contra los mejores uno aprende y se ve forzado a mejorar.
Mi mejor recuerdo personal fue en el AyC de 2016 en Colombia, dónde obtuvimos oro por el equipo midi tanto en el Open como en el FCI, y Simba y yo el bronce individual de FCI.

Cual es su expectativa para el torneo?

​Con los jueces que tendremos en este AAO, espero 4 días de pistas muy rápidas, fluidas e interesantes. Conozco muchos binomios que estarán participando y será increíble verlos correr y aprender de ellos. Espero una gran confraternización entre todos los equipos, mucho apoyo y un lindo espectáculo, independiente de los resultados. Personalmente, espero crecer como binomio con Nacho. Él es un perro joven muy bueno, pero todavía estamos en fase de desarrollo.

Mensaje para los competidores

Espero que todos estén animados para rever viejos amigos, hacer nuevas amistades, correr mucho, ser agradecidos con nuestros queridos perros independiente de los resultados, y a divertirse mucho en Brasil!

 

Tell us about yourself. Who are you and your dog?

My name is Claudette Mo. I am Brazilian, but lived many years in Costa Rica and have been living in the USA since 2000. I have 3 mini poodles, Simba, 11; Meeko, 7 and Nacho, 2.

How and when has agility come into your life? How long have you been practicing agility and with which dog you come to the AAO?

A friend who had Irish Water Spaniels told me about agility and I went to see her competing at a local trial. I thought it looked fun for both dog and handler, so I decided I wanted to try it. I started agility with Simba in 2009, but the first year we didn’t compete because the place where we learned didn’t have all the equipment. Meeko came later, and now I run agility with all 3 dogs.
I am bringing Nacho to the AAO. He is from Sweetness Dreams kennel, in Argentina. We started competing 8 months ago as he is still very young, but he has progressed through the levels quickly.

How is agility in your country?

Agility in the US is very different than the rest of the world. I didn’t know that until I spent a year working in Brazil in 2014. I brought Simba and Meeko with me and took lessons and competed for Ducão Agility. I found out that agility is more of a sport, not just a hobby. In the US there are thousands of people and dogs running agility and you can find a trial almost every weekend. You can find any breed, from Basset Hounds to Irish Wolfhounds and everything in between, in trials. The goal is to run clean runs (“Q”) and accumulate Qs until the dog gets the Master Agility Champion title, known as MACH. The dog doesn’t have to be the fastest to earn a MACH, just very consistent, because the SCT is very generous and smaller dogs get a longer SCT than bigger dogs. There are also more jump heights than FCI, six heights, from 10 cm to 60 cm. This allows any breed to compete. In local trials there is no podium like trials elsewhere. Only in championships there are podiums and teams are competing against each other.
Courses are a lot simpler, don’t require many handling tools and handler doesn’t have to run very fast. I think this is because the average age of handlers in the US is older than the rest of America.

Why do you think international competitions that take place in America are important? What is your best memory from those competitions?

We all know that Europe is the mecca for agility . But not everyone can go to Europe to compete, so having a very important competition in America, with some of the best European judges, allows more teams to grow and gain experience. There are many excellent teams in the Americas, unfortunately we don’t always give them the recognition they deserve. The AAO is an opportunity for some of us to run against the top teams in this hemisphere, keeping in mind they are also some of the top teams in the world!
My best memories would be from the 2015 A&C in Brazil – watching Tobias Wust and Daniel Schroeder competing with their dogs. I know it was frustrating for some, but I think when you compete against the best you learn and forces you to up your game.
My personal best memory was the 2016 A&C in Colombia, when our Medium Dog Team got gold in both the Open and FCI, and Simba and I got a bronze in the FCI individual.

What is your expectation for the tournament?

With the judges lined up for this AAO, I expect 4 days of fast, fun, challenging courses. I know many of the teams who will be competing and they will be amazing to watch and learn from. I expect great camaraderie among all teams, lots of cheering and excitement, no matter who is running. Personally, I am hoping to grow as a team with my dog Nacho. He is a really nice young dog, but our partnership is still developing.

Message to competitors

I hope everyone is excited to see old friends and meet new ones, run hard, appreciate our beloved dogs regardless of results, and have a great time in Brazil!